Meus poucos anos não permitiram conhecê-la como gostaria, o que não impediu, contudo, que eu a descobrisse em minhas manuais irrequietações diárias. Da memória, ficaram as maçãs únicas, que frutificaram massas, manhas e manhãs. A ela, D.Irene, “A tenaz”, a quem eu chamo carinhosamente de avó, meu carinho irrequieto.
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