o espaço e o tempo sempre determinaram o modo de ser e de viver do homem.
de ambos, nasceu a velocidade, que, por sua vez, metamorfoseou o espaço em distância.
do triângulo amoroso distância, tempo e velocidade, brotou o tráfego.
do tráfego, também a poluição.
da poluição, também a doença.
da doença, também a morte (que já havia brotado diretamente do tráfego).
da morte, brotaram o não-tempo e o não-espaço.
sem tempo e sem espaço, nasceu a não-vida. e com ela o paradoxo.
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