Começou a Libertadores e, com ela, a bateria de exames clínicos da Arquibancada Atleticana. Nos próximos meses, teremos testados repetidas vezes nossas emoções, nossos sentidos, além de toda a parte fisiológica (coração, mente, fígado, olhos entre outros).
Ontem, o primeiro teste, o sensor de fadiga: com um jogo tão modorrento, dormia-se ou não se dormia (sem nenhuma interferência da posição do pronome).
Venceu, três pontos, estreia, fora de casa, novo projeto: foi bom, mas, se quisermos mais, será preciso mais. Bem mais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário