Tributo a Carlos Heitor Cony
"Se ele viveu cheio de truques, de certa forma legou-me alguns deles. Foi sua herança, a melhor porque, entre outras coisas, única. Um desses truques foi me autodefender de memórias devastadoras. No caso dele, não apenas se defendia mas transformava a memória em aliada, fazia dela não apenas a sua testemunha mas a sua cúmplice".
Do romance "Quase memória"
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