no espelho, à ponta de faca, tatuei:
“É tudo vaidade, e correr atrás do vento”
desde então,
minha idade,
não menina,
baixos-relevos,
me sorri sem dentes,
à espera da tinta que fabule o borrão.
"Os livros não são feitos para acreditarmos neles, mas para serem submetidos a investigações. Diante de um livro não devemos nos pergun...
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