há um segredo no quadrado de 6
felizes os ovos que não sabem contar
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Chuvas de janeiro
as chuvas que caem em janeiro nunca são as mesmas
as gotas que vêm não voltam jamais
o céu não as espera.
então, por que o noticiário delas insiste,
ano após ano,
em ser o mesmo?
as gotas que vêm não voltam jamais
o céu não as espera.
então, por que o noticiário delas insiste,
ano após ano,
em ser o mesmo?
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Espontânea
há muito tempo não ouvia nada tão falso quanto "celebração espontânea".
meus ouvidos se contorciam de tanto rir
meus ouvidos se contorciam de tanto rir
sábado, 17 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Sócrates
na Seleção dos meus sonhos,
a do Sarriá,
o Dr. vestirá eternamente a 8
pintando o gol de Dasaev.
a do Sarriá,
o Dr. vestirá eternamente a 8
pintando o gol de Dasaev.
sábado, 26 de novembro de 2011
Águas
a chuva que traz as festas de fim de ano já chegou
logo virão as poças
e com elas
o som inconfundível do Natal
logo virão as poças
e com elas
o som inconfundível do Natal
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Vide, vida marvada
Agradecimento a Rolando Boldrim
Corre um boato aqui donde eu blogoQue as frase que eu oro são mal ponteadas
Que na vera hestória do que foi
A prosa sempre foi santa e purificada
Diz que eu rumino desde menininho
Torto, esquisitinho, a ração da estrada
Vou mastigando o mundo e ruminando
E assim vou tocando essa vida marvada
É que a palavra fala alto no meu peito humano
E todo verso é um remédio pros meus desengano
É que a palavra fala alto no meu peito, mano
E toda a mágoa é um mistério fora desse plano
Prá todo aquele que só fala que eu não sei iscrevê
Chega no blog pruma visitinha
Que no verso e no reverso da vida inteirinha
Talvez entenda o meu canjerê
Talvez entenda o meu canjerê
Tem um ditado dito como certo
Que a caneta esperta não grafa por nada
E quem refuga o mundo resmungando
Passará berrando essa vida marvada
Cumpadi meu que inveieceu inventando
Diz que ruminando dá pra ser feliz
Por isso eu vagueio canetando
E assim suspirando minha flor-de-liz
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