É difícil de acreditar que alguém possa perder a vida por um monte de esterco, esse conjunto de dejetos que aduba mas, não poucas vezes, não vivifica nada.
Esse monte, de origem desconhecida e de qualidade duvidosa, ceifa uma vida.
Esse esterco, humanizado, grita: "Merda é ouro. Merda é ouro".
Esse monte, de origem desconhecida e de qualidade duvidosa, ceifa uma vida.
Esse esterco, humanizado, grita: "Merda é ouro. Merda é ouro".
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