Algumas pessoas com as quais convivemos dizem que não nos conhecem, que gostariam de saber mais sobre nós. Acreditamos que essas afirmações são fruto de miopia e de analfabetismo, duas patologias comuns em nossa sociedade vitrinista.
Tentar explicar, neste momento, pode ser tarde, uma vez que já arremessamos as duas flechas (alguns dirão pedras), mas não há ofensa míope nem analfabeta.
Não somos vitrinistas.
Não somos twiteiros.
Não são mares que navegamos, as redes sociais.
Somos textuais, não visuais.
Somos mestiços.
Somos barrocos.
Nosso convés é a dúvida.
Nosso convés é a dúvida.
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