Agostinho, não me abandone.
agora que sinto a palma
célere e sanguínea na face,
não me abandone.
voltarei ao capítulo um,
ao início da tradução
refarei as linhas que
a tolice moldou.
reescreverei as palavras
que outros dentes mastigaram
mas que jamais sentiram o sabor.
não é hora de parar.
é, ao contrário, hora de partir.
insistir.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Mar de vento
"Os livros não são feitos para acreditarmos neles, mas para serem submetidos a investigações. Diante de um livro não devemos nos pergun...
-
Para Lúcias a verdadeira aula de arte transcende o compêndio. é uma instalação.
-
Uma mulher fantasiada de 'Catrina', uma personagem mexicana conhecida como o esqueleto de uma dama da alta sociedade, é vista no...
Nenhum comentário:
Postar um comentário