se meu abacateiro tivesse tombado em combate,
o bom combate,
tal qual esse da foto,
comido pelo tempo e por cupins,
o ódio não teria brotado.
para matar o abacateiro,
uma palavra.
para matar o ódio,
palavras sem fim
e a esperança de uma nova semente.
domingo, 27 de novembro de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Mar de vento
"Os livros não são feitos para acreditarmos neles, mas para serem submetidos a investigações. Diante de um livro não devemos nos pergun...
-
Para Lúcias a verdadeira aula de arte transcende o compêndio. é uma instalação.
-
Uma mulher fantasiada de 'Catrina', uma personagem mexicana conhecida como o esqueleto de uma dama da alta sociedade, é vista no...
Nenhum comentário:
Postar um comentário