Sempre haverá a dúvida se o erro é absoluto ou relativo, se pode ser justificável ou aceitável.
Se é irrelevante, então não deve ser erro. Deve?
Quando o erro é precificado, na casa dos 6,8 bilhões de reais, não é fácil arranjar um adjetivo que o classifique. Agora, talvez tenhamos o "odebrechiano" e um novo modo de pensar o erro.
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