O Galo na veia é recente.
Desde tempos imemoriais, contudo, o Galo está no sangue do atleticano. Não é sem motivo que os glóbulos brancos defendem, pois atacar é função dos glóbulos pretos.
Os mais céticos e cientificistas dirão que não há glóbulos pretos, e eles têm razão do ponto de vista limitado em que estão: o Galo não é ciência, é sentimento.
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