Depois de anos torcendo por elencos hortifrutigranjeiros, o Galo subiu de poleiro em 2012 e tem seguido seu caminho rumo ao topo. Contudo, não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar a possibilidade de títulos por questões internas ou por limitações do treinador. Em 2015, passamos sem um caneco nacional e, em 2016, a Flórida Cup foi uma "entrada" que não trouxe prato principal, além de os treinadores estarem bem abaixo da capacidade técnica e comportamental do elenco.
O Mineiro será importante, mas ele não enche barriga. É preciso de algo maior, de um caneco do tamanho dos 109 anos de vida que o Galo completa daqui a duas semanas: é o que espera a Arquibancada Atleticana.
Os atleticanos, certamente, não vivem todos esses anos, mas vivem tudo nesses anos. No campo dos sonhos, no Presidente Antônio Carlos, onde todos os atleticanos pós-vida se encontram, o hino segue cantado de forma ininterrupta, pois a festa não pode parar.
Só quem acredita entende essa passagem.
Os atleticanos, certamente, não vivem todos esses anos, mas vivem tudo nesses anos. No campo dos sonhos, no Presidente Antônio Carlos, onde todos os atleticanos pós-vida se encontram, o hino segue cantado de forma ininterrupta, pois a festa não pode parar.
Só quem acredita entende essa passagem.
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