sábado, 11 de março de 2017

Passagem

Depois de anos torcendo por elencos hortifrutigranjeiros, o Galo subiu de poleiro em 2012 e tem seguido seu caminho rumo ao topo. Contudo, não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar a possibilidade de títulos por questões internas ou por limitações do treinador. Em 2015, passamos sem um caneco nacional e, em 2016, a Flórida Cup foi uma "entrada" que não trouxe prato principal, além de os treinadores estarem bem abaixo da capacidade técnica e comportamental do elenco.
O Mineiro será importante, mas ele não enche barriga. É preciso de algo maior, de um caneco do tamanho dos 109 anos de vida que o Galo completa daqui a duas semanas: é o que espera a Arquibancada Atleticana.
Os atleticanos, certamente, não vivem todos esses anos, mas vivem tudo nesses anos. No campo dos sonhos, no Presidente Antônio Carlos, onde todos os atleticanos pós-vida se encontram, o hino segue cantado de forma ininterrupta, pois a festa não pode parar.
Só quem acredita entende essa passagem.

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