domingo, 23 de abril de 2017

Livros

Hoje é dia do livro. Para comemorar, lanço minha editora virtual, que trabalhará na disponibilização de livros velhos e antigos, fora de catálogo e fora do mercado, em formato digital. Será um trabalho virtual e voluntário, sem fins lucrativos, com o objetivo de trazer de volta à circulação livros que "se perderam" no tempo. Não produziremos cópias impressas, apenas versões eletrônicas, quem sabe, e-books.

sábado, 18 de março de 2017

sexta-feira, 17 de março de 2017

quinta-feira, 16 de março de 2017

Previdência

Hoje é dia de questionarmos, de forma mais efetiva, a reforma da Previdência Pública. Parece consenso que é preciso reformar, mas  não e longe do modo como o governo quer fazê-la.

Precisamos de mais condições de saúde pessoal e financeira na terceira idade, momento em que encontraremos a aposentadoria. O governo não pode querer empurrar no povo brasileiro uma jornada tão longa de trabalho e contribuição, porque, a partir de certa idade, para um número considerável de profissões, a produtividade diminui também consideravelmente.

Além disso, há um dado que precisa ser considerado (ainda não encontrei uma pesquisa sobre o tema): o contingente de trabalhadores que não têm qualificação profissional, nem formação acadêmica e que, em geral, preenchem vagas "genéricas". Como esses trabalhadores se manterão em trabalho assalariado ou como se recolocarão no mercado em caso de demissão? Se estiverem em "meia-idade" então, essa pergunta se torna mais ácida.

Parece-me estranho (e até suspeito) que tantas mentes qualificadas defendam que a Previdência não é deficitária, mas mal gerida, enquanto o governo insiste em afirmar o contrário. É recorrente acompanhar, nos meios de comunicação, entrevistas com advogados especializados nessa área que defendem a boa saúde financeira da Previdência e apresentam dados que corroboram essa afirmativa. Essa oposição entre "deficitária" e "não deficitária" pode ser verificada com uma auditoria, porque, em primeira instância, essa é uma questão "matemática". Por que, então, não se viabiliza essa auditoria? Por que não realizar essa "acareação" entre dados e pontos de vista?

Que os políticos se lembrem de que nasceram brasileiros e, só depois de anos, se filiaram a partidos e se tornaram políticos. Logo, são brasileiros antes de serem políticos. Que pensem, dessa forma, primeiro no país antes de pensar em opções partidárias.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Nos discursos

É uma perfeição nos discursos não dizer tudo, e deixar sempre alguma cousa a desejar.

Colleção de Pensamentos e Maximas. Lisboa: Imprensa Nacional, 1843.
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Este é o post de número 900. Quero agradecer a todos que leem meus textos e me ajudam a postar mais: a participação de vocês é fundamental.

terça-feira, 14 de março de 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

Galo na veia

O Galo na veia é recente.
Desde tempos imemoriais, contudo, o Galo está no sangue do atleticano. Não é sem motivo que os glóbulos brancos defendem, pois atacar é função dos glóbulos pretos.
Os mais céticos e cientificistas dirão que não há glóbulos pretos, e eles têm razão do ponto de vista limitado em que estão: o Galo não é ciência, é sentimento.

domingo, 12 de março de 2017

O machado

o machado também envelhece,
perde a memória,
esquece o que está perto,
esmiúça o que está longe.
a senilidade é a prova de que estamos vivos.
ainda bem.

sábado, 11 de março de 2017

Passagem

Depois de anos torcendo por elencos hortifrutigranjeiros, o Galo subiu de poleiro em 2012 e tem seguido seu caminho rumo ao topo. Contudo, não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar a possibilidade de títulos por questões internas ou por limitações do treinador. Em 2015, passamos sem um caneco nacional e, em 2016, a Flórida Cup foi uma "entrada" que não trouxe prato principal, além de os treinadores estarem bem abaixo da capacidade técnica e comportamental do elenco.
O Mineiro será importante, mas ele não enche barriga. É preciso de algo maior, de um caneco do tamanho dos 109 anos de vida que o Galo completa daqui a duas semanas: é o que espera a Arquibancada Atleticana.
Os atleticanos, certamente, não vivem todos esses anos, mas vivem tudo nesses anos. No campo dos sonhos, no Presidente Antônio Carlos, onde todos os atleticanos pós-vida se encontram, o hino segue cantado de forma ininterrupta, pois a festa não pode parar.
Só quem acredita entende essa passagem.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Mar de vento

"Os livros não são feitos para acreditarmos neles, mas para serem submetidos a investigações. Diante de um livro não devemos nos pergun...