daqui e de lá
Estamos há 15 dias em (quase) confinamento, e a expectativa é de que muitos outros dia se juntem a esses primeiros. Não será fácil, mas vai passar. Tal como afirmou Shakespeare, "não há longa noite que não encontre o dia."
É hora de serenidade.
Neste momento, mais do que no ano da eleição, ninguém solta a mão de ninguém, mesmo que não nos toquemos.
Ninguém solta o outro do pensamento e da oração.
Ninguém solta o outro do sorriso e da escuta.
Ninguém solta o outro porque o outro não existe.
Nós também somos o outro.

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