A vida é um veículo em que presente e futuro estão no para-brisa, e o passado, no retrovisor. A relação entre o tamanho do vidro e do espelho é ampla e pedagógica, pois revela a importância do ontem, do hoje e do amanhã.
Aquele que se apega ao retrovisor está condenado a despedaçar o para-brisa.
Pode não ser o fim da linha, mas, certamente, o fim da brisa.
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