Segue a comemoração do aniversário do Caneteiro no dia do Amigo. Desde antes de "Beleza", o Caneteiro já recolhia e distendia sementes de sonhos, como aquele de ir trabalhar no interior da Inglaterra, capítulo onírico sumariamente enterrado com os incidentes de 11 de setembro de 2001.
Durante a escrita do Caneteiro, as amizades foram as certezas dos momentos incertos. Renata Velasco e Sônia Queiroz, primeiras sementeiras daquele projeto "Maluco", bussolavam a embarcação durante o son(h)o do timoneiro.
Os textos foram surgindo e novos amigos foram agregados. É bem certo, porém, que nem só de amizades vivia o Caneteiro, principalmente pela tinta acre que escorria do papel. Essa seiva espantou os "maus espíritos" e trouxe "familiares" distantes, perdidos, inéditos. A eles: Letícia Rodrigues, Lauro Mendes, Vera Casa Nova, Neide Freitas, os sempre votos de estima.
Em 2005, a hospitalidade do amigo André Penna permitiu que o Caneteiro ganhasse uma casa: http://www.caneteiro.com.br/, encerrada, em 2007, com a bênção de Medeiro Vaz. Era o momento de "queimar" o arquivo e buscar o-que-não-via, o-que-não sabe, o-que-não-digo.
A história está simplificada, mas os vértices estão citados.
O ademais é outra hestória.
................................................................................
Durante a escrita do Caneteiro, as amizades foram as certezas dos momentos incertos. Renata Velasco e Sônia Queiroz, primeiras sementeiras daquele projeto "Maluco", bussolavam a embarcação durante o son(h)o do timoneiro.
Os textos foram surgindo e novos amigos foram agregados. É bem certo, porém, que nem só de amizades vivia o Caneteiro, principalmente pela tinta acre que escorria do papel. Essa seiva espantou os "maus espíritos" e trouxe "familiares" distantes, perdidos, inéditos. A eles: Letícia Rodrigues, Lauro Mendes, Vera Casa Nova, Neide Freitas, os sempre votos de estima.
Em 2005, a hospitalidade do amigo André Penna permitiu que o Caneteiro ganhasse uma casa: http://www.caneteiro.com.br/, encerrada, em 2007, com a bênção de Medeiro Vaz. Era o momento de "queimar" o arquivo e buscar o-que-não-via, o-que-não sabe, o-que-não-digo.
A história está simplificada, mas os vértices estão citados.
O ademais é outra hestória.
................................................................................
O texto de amanhã, O bode da boda, é aquele que eu gostaria de ter escrito. Em 21 de julho de 2006, em um casamento na Igreja da Boa Viagem, recebi o manuscrito em mãos, presente de Dona Quiméria. Aos nubentes da data, meus parabéns pelo terceiro ano de casamento; ao texto, quimérico, o renascimento do terceiro tomo de quatro.
Muito obrigada, querido! Estou sempre a disposição para as "canetadas"...
ResponderExcluir